Mostrando postagens com marcador Inclusão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inclusão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Inclusão - Esportes

Embarque da nossa seleção brasileira de Bocha rumo ao Parapan de Toronto, no Canadá.
Boa sorte Brasil!!! 
Parte superior do formulário


Julia Pereira Marcelino

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Equoterapia na saúde

Equoterapia na saúde


·       Equoterapia é um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro das nas áreas de saúde buscando o desenvolvimento de pessoas com deficiências e/ou necessidades especiais.


Os benefícios trazidos por ela são: 
·       Melhora o equilíbrio e a postura;
·       Desenvolvimento da coordenação motora;
·       Estimulação da sensibilidade tátil, visual e auditiva;
·       Melhora o tônus muscular:
·       Aumento a força muscular;
·       Facilita a integração social;
·       Desenvolvimento da motricidade fina;
·       Estimulação do funcionamento dos órgãos internos;
·       Aumento da autoestima e da autoconfiança;
·       Estimulação do afeto, devido ao contato com um animal;
·       Promove a sensação de bem-estar;



Julia Marcelino

Bocha

  Parajasc

Notícia atrasada, mas não podia deixar de postar!

Parabéns, Juju, você é o nosso orgulho! (Ane)
   De 25 a 30 de abril de 2015 na cidade de São Miguel do Oeste, aconteceu, 11ª edição do Parajasc (jogos paradesportivos) de Santa Catarina.
   Durante os dias de competição tive como adversários amigos queridos que conheci através da Bocha Paralímpica, da qual faço parte.
   Para nós atletas, foram dias de expectativa, determinação e superação. E fui acreditando nas orientações que recebo dos meus técnicos Jefferson e Fabíola nos treinamentos. Estou muito feliz, pois, este é um evento diferenciado, reconhecido pelo comitê paralímpico brasileiro como um dos maiores eventos paradesportivos do Brasil.

Julia Pereira Marcelino

terça-feira, 7 de abril de 2015

Bocha Paraolímpica

Reportagem retirada do site da FCEE

Atletas da FCEE são destaques no Circuito Catarinense de Bocha Paraolímpica

  17/03/15 - A equipe de Bocha Paraolímpica da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), formada por três atletas e seus atletas guias, foi destaque na 1ª Etapa do Circuito de bocha Paraolímpica, conquistando as medalhas de Ouro e Bronze na Classe BC3 além da quarta colocação. O evento ocorreu entre os dias 13 e 15 de março na cidade de Camboriú, Balneário.
A atleta da FCEE Júlia Pereira Marcelino foi a grande campeã da etapa na classe BC3, repetindo a conquista do final de 2014, quando levou a medalha de ouro na etapa de encerramento do Circuito do ano passado. A disputa pelo terceiro lugar da mesma classe reuniu os outros dois atletas da FCEE.
Paulo Roberto Perão de Lima e Daniel Veras Silvestre, campeão geral do Circuito na Classe BC3 em 2014 e que acabou conquistando a medalha de Bronze nesta
de Bronze nesta etapa. Também estiveram em disputa as medalhas nas Classes BC1, BC2 e BC4.

  A técnica e educadora física da FCEE Fabíola Spader destacou que todos os atletas da instituição presentes na etapa passaram de fase e disputaram as semifinais, comprovando a evolução no nível técnico da equipe, que em 2014 foi Vice-Campeã Geral do Circuito.




Julia  Pereira Marcelino

terça-feira, 17 de março de 2015

Bocha


Oi pessoal,
Aqui quem escreve é Julia Pereira Marcelino de 16 anos. Neste espaço no ReiNONO vou apresentar o esporte do qual eu faço parte que é a bocha paralímpica.

É um jogo competitivo que pode ser jogado individualmente, em duplas ou em equipes e todos os eventos podem ser mistos – homens e mulheres competem juntos e igualmente. A sua finalidade principal é a mesma do bocha convencional; ou seja, encostar o maior número de bolas na bola branca alvo, também denominada Jack.
São utilizadas 13 bolas: 6 vermelhas, 6 azuis e 1 branca, confeccionadas com fibra sintética expandida e superfície externa de couro. Seu tamanho é menor que o de bocha convencional .
Nesse esporte, a habilidade e inteligência são fundamentais para desenvolver as jogadas, e quanto mais se joga mais se desenvolve a técnica e tática, criando um verdadeiro espetáculo.
No Brasil, o jogo de bocha ficou conhecido a partir de 1995.
A Bocha Paralímpica é dividida em 4 classes, de acordo com o grau da deficiência:



Classe BC 1 – Destinada apenas para atletas com paralisia cerebral, que podem jogar com as mãos ou com os pés. Podem ter um auxiliar para entregar a bola. É permitido um auxiliar.
Classes BC2 e BC4 – 
Para os atletas BC2 e BC4, não é permitido nenhum tipo de ajuda externa. O que ocorre com frequência é a adaptação de um suporte ou cesto para as bolas, fixos ou não na cadeira de rodas, de modo que facilite ao atleta no momento de pegar as bolas para arremessar. Isso é muito utilizado em atletas da classe BC4 com lesão medular e com grande comprometimento nos membros superiores.A principal diferença entre atletas das classes BC2 e BC4, é que na classe BC2 o atleta apresenta quadro de paralisia cerebral e na classe BC4 o atleta apresenta qualquer outro quadro de origem não cerebral (distrofia muscular progressiva; esclerose múltipla; Ataxia de Friedrich; lesão medular com tetraplegia), mas com o grau de comprometimento similar ao da classe BC2.
Classe BC3 – É o atleta de bocha que apresenta maior grau de comprometimento motor. São elegíveis para esta categoria atletas com paralisia cerebral e de condições similares, com origem não cerebral. O jogador é assistido por uma pessoa que tem como função direcionar a calha (dispositivo auxiliar), pela qual a bola será lançada, seguindo rigorosamente as indicações do jogador.

Nas próximas publicações, trarei mais novidades do assunto e apresentarei mais esportes para portadores de deficiência, acompanhem!

Julia Marcelino